DPF, DEF e EGR: o que faz cada sistema e por que falham tanto em Miami
Se tens uma carrinha de trabalho a gasóleo, de certeza já ouviste estas três siglas: DPF, DEF, EGR. São sistemas diferentes, mas quando um falha, o sintoma que vês — Derate, check-engine, cheiro estranho — pode parecer-se muito entre um e outro.
DPF: o filtro de partículas
Retém a fuligem do escape antes de sair para o ar. "Limpa-se" sozinho através de regeneração (queima a fuligem acumulada) — quando essa regeneração não conclui ou se repete constantemente, o sistema ativa proteções que limitam a potência.
DEF: o fluido de escape diesel
Um líquido à base de ureia que é injetado no escape para neutralizar óxidos de azoto (NOx). Se o sensor de nível falhar, podes ver um aviso de "DEF baixo" com o depósito cheio — um sintoma de sensor ou módulo, não do líquido em si.
EGR: recirculação de gases de escape
Redireciona parte dos gases de escape de volta ao motor para baixar a temperatura de combustão e reduzir o NOx. Quando a válvula fica presa com fuligem, o sintoma parece uma falha de sensor mas é mecânico.
Por que Miami acelera as falhas de sensores relacionados
O calor extremo e a humidade constante aceleram o desgaste de conetores, sensores e soldaduras nos módulos que interpretam estes três sistemas. Antes de assumir um problema mecânico caro, vale a pena diagnosticar se o sintoma vem do sensor, do módulo, ou realmente do sistema físico.
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